Durante o tempo da escravidão no Brasil, entre os escravos, no interior do Rio de Janeiro, nasce uma linda escrava, de pele branca, cabelos cacheados, parecia ser uma sinhá, mas era uma escrava, pois nasceu de uma escrava.
Isaura foi criada por sua sinhá, pois sua mãe morreu quando ela ainda era criança. A menina foi crescendo com todos os luxos, coisa que os outros escravos não tinham mais Isaura tinha, a garota tinha aulas de piano, de canto, de dança, etc. Todos na sociedade da época olhavam para ela como uma dama, pois a sua aparência era de suprema elegância.
Hoje em dia, diferente da época em que havia escravidão, as mulheres são vistas como modernas, independentes, com objetivos próprios, livres para trabalhar e ganhar e amar a quem elas quiserem.
Site desenvolvido pelos alunos da turma do 2º ano C, matutino do IERP - Jequié - BA. Para divulgação de trabalhos cientifícos e apresentações artisticas.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Autora: Mariana Oliveira
O romance da escrava Isaura, escrito por Bernado Guimarães, é uma história de ficção muito interessante, pois apresenta de forma bastante sucinta a época em que o Brasil sofria com a escravidão.
A escrava Isaura caracterizou os escravos do Brasil, a única coisa que ela tinha de diferente dos outros escravos da fazenda era a parte exterior, ou seja, a sua beleza física, porque o coração e o sangue que corria em suas veias eram iguais aos dos seus irmãos, os escravos negros da senzala. No romance ela foi uma chance para a liberdade de todos os escravos.
Apesar de toda a beleza que ela ostentava, Isaura mantinha a bondade no coração que creio que todos os escravos tinham, embora sofressem maus tratos eles eram pessoas, é por isso que a escrava Isaura simbolizou a bondades dos escravos brasileiros.
A escrava Isaura caracterizou os escravos do Brasil, a única coisa que ela tinha de diferente dos outros escravos da fazenda era a parte exterior, ou seja, a sua beleza física, porque o coração e o sangue que corria em suas veias eram iguais aos dos seus irmãos, os escravos negros da senzala. No romance ela foi uma chance para a liberdade de todos os escravos.
Apesar de toda a beleza que ela ostentava, Isaura mantinha a bondade no coração que creio que todos os escravos tinham, embora sofressem maus tratos eles eram pessoas, é por isso que a escrava Isaura simbolizou a bondades dos escravos brasileiros.
Autor: Caíque Martins
Durante o tempo da escravidão no Brasil, entre os escravos, no interior do Rio de Janeiro, nasce uma linda escrava, de pele branca, cabelos cacheados, parecia ser uma sinhá, mas era uma escrava, pois nasceu de uma escrava.
Isaura foi criada por sua sinhá, pois sua mãe morreu quando ela ainda era criança. A menina foi crescendo com todos os luxos, coisa que os outros escravos não tinham mais Isaura tinha, a garota tinha aulas de piano, de canto, de dança, etc. Todos na sociedade da época olhavam para ela como uma dama, pois a sua aparência era de suprema elegância.
Hoje em dia, diferente da época em que havia escravidão, as mulheres são vistas como modernas, independentes, com objetivos próprios, livres para trabalhar e ganhar e amar a quem elas quiserem.
Isaura foi criada por sua sinhá, pois sua mãe morreu quando ela ainda era criança. A menina foi crescendo com todos os luxos, coisa que os outros escravos não tinham mais Isaura tinha, a garota tinha aulas de piano, de canto, de dança, etc. Todos na sociedade da época olhavam para ela como uma dama, pois a sua aparência era de suprema elegância.
Hoje em dia, diferente da época em que havia escravidão, as mulheres são vistas como modernas, independentes, com objetivos próprios, livres para trabalhar e ganhar e amar a quem elas quiserem.
Autora: Erika Barbosa
Para começar, como a escrava Isaura era uma mulher muito linda, da cor branca, ela não se identificava como uma escrava daquela época. Certamente Isaura vivia sempre trancada em sua fazenda para que nenhum dos homens descobrisse que ela era uma escrava mesmo sendo branca. Mas, naquela época só os negros que tinham problemas de ser um escravo, a sua cor demonstrava que eles tinham a necessidade de viver na senzala sendo comandado pelos homens brancos, que os espancavam.
Apesar de tudo que já foi dito até agora, A escrava Isaura, ainda pode ser considerada como o retrato da escrava brasileira, não é por causa de sua imagem, mas é porque por dentro ela possuía um sofrimento, a sua angustia de saber que ela era uma escrava, que ficava ali aprisionada, junto ao seu piano cantando suas melodias melancólicas. Embora Isaura fosse branca, os seus sofrimentos eram amargos como o sofrimento de qualquer outra escrava negra que habitava aquela fazenda.
Apesar de tudo que já foi dito até agora, A escrava Isaura, ainda pode ser considerada como o retrato da escrava brasileira, não é por causa de sua imagem, mas é porque por dentro ela possuía um sofrimento, a sua angustia de saber que ela era uma escrava, que ficava ali aprisionada, junto ao seu piano cantando suas melodias melancólicas. Embora Isaura fosse branca, os seus sofrimentos eram amargos como o sofrimento de qualquer outra escrava negra que habitava aquela fazenda.
Autora: Luciene Rodrigues
A escravidão no Brasil retratava ou ainda retrata os maus tratos com os seres humanos. Muito diferente do que o romance, A Escrava Isaura, relata, pois Isaura era formosa, tratava-se de uma escrava, mas enganava a qualquer um. As escravas de hoje não são formosas, trabalham debaixo de sol etc.
A escrava Isaura não pode ser tomada como um exemplo da mulher escrava no Brasil. Isaura tocava piano, dançava, sabia falar diversos idiomas, diferente das outras escravas da fazenda que mal sabia falar português direito.
Isaura conseguiu a sua liberdade através de sua beleza, infelizmente nem todas as escravas tiveram a sorte de nascer bela, e infelizmente não tiveram o mesmo final que Isaura teve.
A escrava Isaura não pode ser tomada como um exemplo da mulher escrava no Brasil. Isaura tocava piano, dançava, sabia falar diversos idiomas, diferente das outras escravas da fazenda que mal sabia falar português direito.
Isaura conseguiu a sua liberdade através de sua beleza, infelizmente nem todas as escravas tiveram a sorte de nascer bela, e infelizmente não tiveram o mesmo final que Isaura teve.
Autor: Nelson Sampaio
A escrava Isaura não pode ser considerada como exemplo da mulher escrava no Brasil. Pois, ela teve um quarto exclusivo para dormir, vestidos de seda, enquanto as outras escravas ralavam duro nos cafezais, nas plantações de arroz e moravam nas senzalas.
Sendo assim, os escravos sofriam muito, iam para o tronco, ficavam sem comer e sem beber, apanhavam dos feitores e serviam com reprodutoras de escravos, porém Isaura não passou por nada disso, pois ela tinha a pele clara.
Enfim, Isaura não se encaixa nos padrões da escrava brasileira, pois o cativeiro dela era o berço de ouro e quase nenhum escravo dessa época tiveram a sorte de morar na Casa Grande.
Sendo assim, os escravos sofriam muito, iam para o tronco, ficavam sem comer e sem beber, apanhavam dos feitores e serviam com reprodutoras de escravos, porém Isaura não passou por nada disso, pois ela tinha a pele clara.
Enfim, Isaura não se encaixa nos padrões da escrava brasileira, pois o cativeiro dela era o berço de ouro e quase nenhum escravo dessa época tiveram a sorte de morar na Casa Grande.
Autor: Valdeir Maia Alves
Eu, como leitor, não aceito plenamente a crítica social exposta no romance, A Escrava Isaura, pois não retrata exatamente o que ocorreu na história da escravidão brasileira.
O enredo do romance tinha que acontecer com uma escrava negra, com o contexto da cultura e com semelhanças afro-brasileiras. O autor desse romance, em suas condições sociais, deveria apenas estar reproduzindo o preconceito racial da sua época ao esconder a realidade da história dos negros, história essa que na verdade deveria ter luta e garra de uma escrava batalhadora.
Há na narrativa muitas oportunidades para a inserção da luta que os negros passaram para conseguir a liberdade, porém estes detalhes foram negligenciados pelo narrador. Enfim, não aceito uma história que para mim não está relacionada com a verdadeira história dos escravos brasileiros.
O enredo do romance tinha que acontecer com uma escrava negra, com o contexto da cultura e com semelhanças afro-brasileiras. O autor desse romance, em suas condições sociais, deveria apenas estar reproduzindo o preconceito racial da sua época ao esconder a realidade da história dos negros, história essa que na verdade deveria ter luta e garra de uma escrava batalhadora.
Há na narrativa muitas oportunidades para a inserção da luta que os negros passaram para conseguir a liberdade, porém estes detalhes foram negligenciados pelo narrador. Enfim, não aceito uma história que para mim não está relacionada com a verdadeira história dos escravos brasileiros.
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